quinta-feira, 5 de julho de 2012

Arte e cultura como forma de ensino (2ª semana)


Unidade 4 - Profissão docente e educação inclusiva
Disciplina: Profissão docente
Semana 2 (20 à 26/05/12)


O papel do professor na mediação cultural
Essa vídeo-aula teve como objetivos centrais:
- Desmistificar a arte como objeto acessível a poucos;
- Desconstruir a arte como conhecimento distante do cotidiano;
- Promover a consciência sobre o valor da arte na sociedade e na vida dos indivíduos.


A arte e a cultura é muito importante no processo de ensino-aprendizagem do aluno, pois incentiva sua própria criação e a prática do senso crítico dentro da sociedade, este processo tem como grande colaborador os temas transversais.

O professor e a diversidade cultural na sala de aula
A diversidade cultural é facilmente observada nas salas de aula e no nosso cotidiano, por isso, “ensinar sobre a diversidade cultural é respeitar o direito dos povos de manifestar, documentar e preservar sua cultura”. Sendo assim, cabe ao professor evidenciar e considerar as influências culturais na arte de cada povo.




# Vivência

É extremamente significado compreender que a sala de aula é formada por diversas culturas e que isso pode tornar o trabalho mais fácil ou extremamente difícil.
Tenho 3 turmas de Ensino Médio (1º, 2º e 3º) cada uma com 40 alunos, o consenso na grande maioria das vezes não existe, pois são 40 opiniões, experiências e até mesmo culturas diferentes. Consegui realizar um trabalho com estas turmas a partir do momento que trouxe para eles aspecto e hábitos comuns a grande maioria do grupo, mas se eu estivesse fechada aos estímulos que eles me deram não sobreviveria até o final do ano.



# Bibliografia
Vídeo-aula 5: O papel do professor na mediação cultural
Vídeo-aula 6: O professor e a diversidade cultural na sala de aula
IAVELBERG, Rosa. Interações entre a arte das crianças e a produção de arte adulta. 
________________. Construção de conhecimento artístico e didático na formação de professores. Faculdade de Educação, USP.

Necessidade Educativa Especial (1ª semana)


Unidade 4 - Profissão docente e educação inclusiva
Disciplina: Educação especial/inclusiva: possibilidades, avanços e desafios
Semana 1 (13 à 19/05/12)

Apresentação da disciplina
O objetivo dessa disciplina é discutir ética e justiça na perspectiva do respeito às diferenças e às especificidades, particularmente de pessoas com necessidades especiais, para tanto iremos refletir sobre os seguintes pontos:
- Ética e valores
- Definir: alunos com necessidades educacionais especiais
- Legislações e diretrizes educacionais
- Novas práticas no campo escolar
- Controvérsias e dificuldades de ação
- Traçar planos diagnósticos e de ação

Ética e valores na ação educativa
Iniciamos essa temática retomando o conteúdo das aulas ministradas pelo Profº Ulisses no módulo I sobre a história da escola, relembrando as três revoluções da educação:
1ª revolução => individualizado
2ª revolução => responsabilidade do Estado, isto é, uma escola pública, homogeneizada e legitimadora da exclusão
3ª revolução => universalização do acesso à educação
Fica evidente que o perfil de cada revolução se modifica a partir do “público” que está trabalhando, rompendo ao longo da história com a característica da escola para uma camada social restrita passando para uma “educação para todos”, o que não significa uma sociedade sem desigualdades ou mesmo com qualidade de ensino igualitária.


Com esse novo formato da educação se faz necessário uma empatia, isto é, a necessidade de me colocar no lugar do outro, me relacionar e respeitar o outro lado existe, ainda, o outro que eu devo tolerar, já que os alunos portadores de necessidades especiais estão inseridos dentro das salas de aulas regulares.
Esta prática é extremamente difícil dentro do contexto escolar que vivemos o que leva muitas vezes a um aluno inserido dentro da sala de aula, mas incapaz de atingir as funções necessárias. Criando assim, uma inclusão perversa.

Ética e saúde na escola
É de extrema importância a reflexão sobre a terminologia para iniciarmos a reflexão sobre a prática docente no processo de inclusão, sendo assim, Necessidade Educativa Especial significa tirar do aluno à dificuldade e “transferir” para o professor e a escola, isto é, não deixá-lo sozinho com a sua dificuldade.

As crianças e os jovens de rua que trabalham, de origem remota ou de população nômade, pertencentes a minorias linguísticas, étnicas ou culturais de grupos desavantajados ou marginalizados, deficientes e superdotados são definidas como portadores de necessidades educativas especiais.

O termo, na verdade, é muito mais amplo do que aquele muitas vezes utilizados no nosso dia-a-dia, já que cada aluno terá a sua necessidade dentro do processo ensino-aprendizagem.



# Vivência


Saber definir quem integra os portadores de necessidade educativa especial é de suma importância para auxiliar na prática docente e para quebrar com alguns paradigmas, isto é, crianças ditas “típicas” também possuem necessidades educativas, na verdade a sala de aula é um campo complexo com diferentes sujeitos e história e isso faz de cada ser humano único.
Tive a oportunidade de trabalhar numa turma de 1º ano com 16 alunos, sendo um portador de síndrome de down, um TDHA, um aluno vítima de paralisia cerebral e um aluno com 10 cm a menos no cérebro devido a convulsões e mesmo assim, afirmo com toda certeza que os meus 16 alunos eram portadores de necessidades educativas especiais, já que estavam no processo de alfabetização e precisam da minha atenção e intervenção tanto quanto os outros alunos.



# Bibliografia
Vídeo de apresentação da disciplina "Educação especial/inclusiva: possibilidades, avanços e desafios"
Vídeo-aula 3: Ética e valores na ação educativa
Vídeo-aula 4: Ética e Saúde a escola
CARVALHO, J.S. Podem a ética e a cidadania ser ensinadas? In: Pró-Posições- Universidade Estadual de Campinas FE vol 13 set/dez 2002. (pp.157-168)
Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência e as Normas de Proteção. 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Papel do professor na trajetória escolar (1ª Semana)

Unidade 4 - Profissão docente e educação inclusiva
Disciplina: Profissão docente
Semana 1 (13 à 19/05/12)


Apresentação da disciplina


Esta disciplina tem por objetivo problematizar a realidade do professor questionando o papel do professor atualmente, os mecanismos de aprendizagem, a complexidade da constituição docente e os desafios no ensino.

Para tanto, o curso foi dividido em 4 módulos:
1º) Papel do professor e desafiador da ação educativa
2º) Possibilidades de ensino e relação professor-aluno
3º) Aprendizagem e fracasso escolar: em busca de novos espaços para o ensino
4º) Complexidade da profissão docente e a construção da autonomia do professor

Papel do professor: instruir ou educar?


A princípio falamos do papel do professor vinculado ao aprendizado, mas com avanço dos estudos percebemos que a cobrança é muito maior, sendo "exigido" dos alunos criatividade, responsabilidade, entre outros fatores que fazem do papel do professor algo maior que simplesmente o aprendizado. Sendo assim, levando em consideração o que a sociedade apela para os jovens e os perigos que os mesmos correm a função do professor é muito mais que transmitir conhecimentos. 


O papel do professor, portanto, caminha entre educar e instruir, valorizando o processo educativo (projeto de formação humana) para o desenvolvimento da socialização (ser cidadão), isto é, educar o homem para o mundo, como mostra o esquema abaixo:


                      PEDAGÓGICO => instruir/ensinar                 - Desenvolvimento   - Socialização
Educação {                                                                       {  - Aprendizagem       - Humanização
                      EDUCACIONAL => projeto de educação     - Personalização      - Libertação
                                                                                             
Além disso, é de extrema importância que a escola e a sociedade estejam em sintonia e que o aluno vivencia a autonomia, diariamente nas escolas, para assim ser um sujeito autônomo na sociedade.
"A pedagogia real situa-se para além dos limites e das intenções de qualquer disciplina"
 ( Retirado do livro Professor para quê?)
A ação educativa ao longo da trajetória escolar

As escolas têm preocupação com o ensino, mas o que se observa é que existem projetos pipocando pela escola, por exemplo: orientação de estudos, instrução de drogas, adaptação, etc. A ação educativa deve ser realizada de forma estreita à trajetória escolar.

Educação Infantil

Escola como espaço do brincar. Espaço novo, de grandes descobertas. Sendo assim, o papel educativo do professor é o de "institucionalização", isto é, adaptação, ampliação das referências, dos saberes, das linguagens, mostrar ao aluno o que realmente é a escola.


Ensino Fundamental I - 1º e 2º ano

Escola como espaço do aprender. Espaço de realmente aprender, isto é, não se pode mais brincar, pois aprender tem seu preço. Sendo assim, o papel educativo do professor é o auto conceito, motivação para aprender, adaptação ao ritmo da escola, novos critérios de convivência social, ainda é, também, a "institucionalização" mostrar o papel da escola no formato da sua organização.

Ensino Fundamental I - 3º e 4º ano

Escola como espaço plural. Reconhecimento do aluno na sua complexidade, passa a gostar de determinadas coisas que não se interessava anteriormente, na verdade, via como algo global. O que está em jogo agora é o auto conceito acadêmico e autonomia. Sendo assim, o papel do professor é a escolarização fortalecimento da relação alunos-escola através das dimensões afetivas, metodológicas, funcional, cognitivo e social.

Ensino Fundamental I e II - 5º ao 9º ano

A escola entre tantos outros mundos. O aluno percebe que há muitas atividades fora a escola, sendo muitas vezes uma pedra no sapato dos alunos.

Ensino Médio



Entre o reconhecimento da escola e a disponibilidade para investir na aprendizagem. O aluno reconhece a importância da escola, mas não consegue "ser disponível" para essas responsabilidades. O que está em jogo tanto no Ensino Fundamental II quanto no Ensino Médio é lidar com crises, conflitos, projetos de vida, etc. Sendo assim, o papel do professor a escolarização e a preparação para a vida social: apoio, orientação, sensibilização, conscientização sobre aspectos da vida.

A ação educativa ao longo da trajetória escolar segue a seguinte "linha":
I Institucionalização => II Escolarização => III Preparação para a vida social


# Vivência
As primeiras aulas desta disciplina foram extremamente significativas para mim, já que definem, de forma coerente com a realidade, o papel do professor em cada trajetória escolar. Num dos colégios que trabalhei os alunos deixavam de ter professores polivalentes no 2º ano do Ensino Fundamental I, todos os anos há inúmeras reclamações de pais, por problemas diversos, e um baixo rendimento dos alunos. Na minha visão fica claro que o papel do professor neste período não pode ser realizado por 6 professores ao mesmo tempo, dividindo o conhecimento em 50 minutos programados por cada matéria, a adaptação se torna mais traumática e difícil.


# Bibliografia

Vídeo de apresentação da disciplina "Profissão docente'
Vídeo-aula 1: Papel do professor: instruir ou educar?
Vídeo-aula 2: A ação educativa ao longo da trajetória escolar
Vídeo de apoio: Educação e sociedade
Reforma Curricular Brasileira:
COLELLO, Silvia M. Gasparian. Para Onde Vai a Formação do Professor?, Faculdade de Educação da USP. 
LAUAND, Jean e LUCCI, Elian Alabi. Entrevista - César Coll
A Reforma Curricular Brasileira, realizada em Barcelona, em 2-6-99, Edição e tradução: Jean Lauand
Disponível em: http://www.hottopos.com/harvard1/coll.htm
LAUAND, Jean. Entrevista - Alfonso López Quintás: A Filosofia da Educação e a Reforma Curricular, realizada em Madrid, em 24-5-99, edição e tradução: Gabriel Perissé.

sábado, 5 de maio de 2012

Respeito a crenças e a religião (7ª semana)

Unidade 3 - Direitos humanos e convivência democrática
Disciplina: Convivência democrática na escola
Semana 7 (08 à 14/04/12)


Assim como vimos em outras aulas sobre etnias e relações de gênero, o direito de ser diferente, de possuir culturas diferentes de acreditar em sonhos diferentes, está prescrito na constituição e deve ser valorizado dentro das escolas assim como a singularidade e pluralidade na construção da identidade de cada ser humano, no entrelaçamento de memória e projeto, e o lugar da questão religiosa nessa construção. Isto é, ter direito nas suas próprias crenças e religião.

Junto com essas ideias é de extrema importância retratar a questão religiosa dentro das escolas, na verdade a suas especificidades dentro da legislação brasileira, que trata de uma escola laica, mas que precisa manter viva e acima de tudo respeitar todas essas crenças religiosas que permeiam a vivências nas escola.

Ao final temos um apanhado geral das questões trabalhadas no Módulo III do curso de Ética, Valores e Cidadania na escola.

Todos esses caminhos convivem dentro do ambiente escolar, cabe a nós lidarmos de forma clara e respeitosa, buscando o respeito mútuo entre todos os alunos e suas bagagens de vida e de fervor.





# Bibliografia

Vídeo-aula 27: A produção da identidade/diferença - a questão religiosa
Vídeo-aula 28: Encaminhamentos pedagógicos na escola pública sobre a questão religiosa
Vídeo de Apoio: Mídia e secularismo
Vídeo de Apoio: Entrevista - Ação Educativa
Vídeo de Apoio: Conversão Educativa Inclusiva
Escolas públicas e ensino religioso: subsídios para a reflexão sobre o Estado laico a escola pública e a proteção do direito à liberdade de crença e de culto Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/09.shtml
Religião, ideologia e escola Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/151/artigo234671-1.asp

Parece pouco, mas... (7ª semana)

Unidade 3 - Direitos humanos e convivência democrática
Disciplina: Educação em Direitos Humanos
Semana 7 (08 à 14/04/12)

Nesta última semana o conteúdo vem concretizar a importância da Educação em Direitos Humanos, mostrando para tanto o auxílio e as funções dos Comitês de Educação em Direitos Humanos, que podem vir a constituir uma importante parceria com as escolas na implementação da Educação em Direitos Humanos.

Ressalta ainda, a Educação como um direito social básico que deve contribuir para humanização de todas as pessoas. Sendo da escola o papel de garantir uma educação que possibilite às pessoas a terem consciência e conhecimento dos seus direitos e deveres, através de práticas pedagógicas que contribuam para a problematização, a crítica e a construção do conhecimento nas diversas áreas do currículo, dialogando com os conhecimentos de direitos humanos.

Na verdade esta última semana resumi aquilo que foi visto ao longo do Módulo III do curso Ética, Valores e Cidadania na escola.
Parece pouco, mas sem escolas preparadas, sem o conhecimento dos Direitos Humanos e sem professores capacitados, passar para os nossos alunos conceitos tão básicos pode se tornar tarefa extremamente difícil e consequentemente teremos uma sociedade cada vez mais individualista e competitiva, sem amor ao próximo.






# Bibliografia

Vídeo-aula 25: Comitês de EDH: parcerias possíveis
Vídeo-aula 26: O papel da escola no processo educativo de Direitos Humanos
Site do Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos:
http://www2.fe.usp.br/~cpedh/index.php 
SILVA, Aida Maria Monteiro. O Papel da Escola no Processo de Educativo de Direitos Humanos.

Relações sociais de gênero e diversidade sexual (6ª semana)


Unidade 3 - Direitos humanos e convivência democrática
Disciplina: Convivência democrática
Semana 6 (01 à 07/04/12)

Relações sociais de gênero


- Lutas por direitos => cidadania.
- Ampliação dos direitos das mulheres.
- Sair das explicações das diferenças entre homens e mulheres.
- O gênero está ligado às dimensões da desigualdade, isto é, evidente no osso país => devemos sempre interagir com várias dimensões da desigualdade.
- Principais avanços em termos conceituais: diferença biológica X desigualdade social => mostra que essas visões são construídas historicamente e não biologicamente.
- Relações sociais de gênero: organização social da diferença sexual => processo de construção social.

A relação social entre os gêneros ainda levanta muito preconceito e diferenças, infelizmente, reais no nosso dia a dia.

Diversidade sexual

- Gênero e diversidade sexual: campo coletivo dos direitos sociais => regulamentação da produção => relação entre nacionalidade e conceito de gênero.
- Gênero e diversidade sexual: campo coletivo dos direitos sociais.
- Políticas públicas de Educação pós 1990 => gênero e diversidade sexual.
- Governo FHC: parâmetros curriculares nacionais => ótica de gênero => corpo - saúde - doença.
- A partir do governo Lula as coisas se tornam mais complexas devido às políticas de inclusão => preconceito ligado à sexualidade => desafios para prática docente.

Muito se tem a discutir e evoluir quanta a diversidade sexual, sendo um palco real dentro da realidade da educação.
# Vivência
Iniciei numa nova escola neste ano de 2012 e para conseguir a vaga expliquei todas as metodologias que eu acreditava serem as melhores para a prática pedagógica, mas como sempre, o fato de ter 1,53m de altura e ser uma mulher com "cara de menina", faz com que as pessoas duvidem da minha capacidade.
O que quero dizer é que com certeza não é tão fácil como um homem alto, mas que agora entrando no 2º bimestre tenho o prazer de ouvir de pais, alunos e corpo docente que não é necessário altura para se conquistar uma turma. 


# Bibliografia

Vídeo-aula 23: Relações sociais de gênero: um direito e uma categoria de análise
Vídeo-aula 24: Gênero e diversidade sexual: desafios para a prática docente
VIANNA, Claudia. Cognição, comportamento e habilidades entre meninos e meninas: entre o sexo e o gênero. 
VIANNA, Claudia. Gênero e Diversidade Sexual: desafios para a prática docente.

Inclusão e acessibilidade à luz dos Direitos Humanos (6ª semana)


Unidade 3 - Direitos humanos e convivência democrática
Disciplina: Educação em Direitos Humanos
Semana 6 (01 à 07/04/12)

Escola e EDH

- Aprendizagem é a síntese de tudo o que o estudante traz consigo, tendo ainda aquilo que o professor traz. Sendo as relações/interações entre esses sujeitos. Para isso ocorrer "eu" preciso me abrir, deixar o espaço aberto para a troca. Não sendo apenas a compreensão de conteúdos, mas sim a construção de valores e culturas.

- Desenvolvimento Humano é interdisciplinar - conta com o auxílio de outras áreas/disciplinas do conhecimento - e transversal - devido aos temas e aos eixos temáticos.

- Temas transversais são aqueles temas vivenciados e solicitados pelas comunidades (interesses, desejos, etc) e isso ocorre também os Direitos Humanos, ideias já trabalhadas no módulo 1 deste curso.

- Metodologias ativas de aprendizagens:
  • O estudante constroe seu próprio conhecimento => construtivismo.
  • Bagagem já trazida pelos estudantes.
  • Atividade individual e social.
  • A natureza da atividade, exemplo: tipos de atividades diferentes.
- Problematizar a realidade utilizar os Direito Humanos, usar um problema e olhá-lo a luz dos Direitos Humanos trará um conhecimento de várias disciplinas.
Ressaltando mais uma vez a necessidade da compreensão dos Direitos Humanos
Escola e inclusão/acessibilidade

- EDH = transformar em sujeitos de direitos humanos, incluindo também os alunos especiais.

-Historicamente as pessoas com deficiências são excluídas, depois com a Igreja Católica não excluíam, mas acreditavam que a deficiência possuía relação com algum pecado daí o sentimento de piedade; Final da modernidade acompanhar e educar, mas ainda ligado a medicina, somente na contemporaneidade com as políticas de Direitos Humanos busca garantir os direitos à inclusão.

Os Direitos Humanos também estão na inclusão e na acessibilidade.

# Vivência
Acredito que essa semana ressaltou o fato de olharmos para os problemas da escola através dos Direitos Humanos e usar constantemente o DIÁLOGO!
No incio deste ano letivo tive um aluno do 7º ano do Ensino Fundamental II com problemas seríssimos de comportamento e relacionamento, além de um histórico grave trazido das outras escolas.
Como coordenadora da turma que ele estava busquei dialogar e conversar muito com ele em todas as aulas e isso fez uma diferença imensa, mas, infelizmente, a diferença só ocorreu nas minhas aulas, pois com os outros professores ele continuava a agir de forma agressiva e desrespeitosa. A mãe relatou que ele gostava de mim e que se dava bem nas minhas aulas, mas não foi o suficiente para permitirem que ele continuasse na escola.
Não julgo os outros professores que não trabalham da mesma forma que eu, pois acho que não é fácil, somos professores e pessoas e temos conosco todos os encargos da nossa vida pessoal, mas reafirmo que é um método valioso e muito importante.


# Bibliografia

Vídeo-aula 21: EDH na sala de aula
Vídeo-aula 22: EDH, inclusão e acessibilidade
Vídeo de Apoio: Representação social dos direitos humanos
Proposta Curricular e Metodologica, do Instituto Interamericano de Direitos Humanos (IIDH) 
Declaração de Salamanca